quarta-feira, 15 de abril de 2009

"Ele não está tão a fim de você"


O filme do feriado passado. Não gostei.

Até dá pra rir e algumas cenas no início lembram o sarcasmo do livro, mas, os bons sinais duram pouco: logo a história descamba para a comédia romântica. Adoro comédia romântica. Ficções felizes fazem parte do meu repertório.

O ponto é que esse filme vai na contramão do livro: reforça todas as bobagens a que nos apegamos para não enxergar que ele simplesmente não está a fim da gente! Hunft!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Aleluia!

Então os céus se abriram, os anjos entoaram "aleluias" e eu entreguei minha dissertação na Universidade!!!!!!!!!

Campus novo, tudo reluzindo, asséptico, sem árvores... Eu gostava tanto, tanto de ver a florada dos flamboyants nos momentos devaneantes das aulas.

Agora a banca, em 12/05. Freeeedom!!!!

terça-feira, 7 de abril de 2009

Orgulho, preconceito e suspiros

Então falei de "Orgulho e Preconceito" e fiquei com faniquitos de ver a versão da BBC, com Colin Firth interpretando Mr. Darcy.

Caça, caça, caça e acho no YouTube as duas versões de minhas cenas favoritas. A dança entre Darcy e Elizabeth e o momento em que ele declara seu amor: 1995, para BBC, e 2005 com Matthew MacFadyen para cinema.

Tenho que admitir, apesar de gostar muito de Colin Firth: a versão de 2005 é melhor. Assisto e suspiro, nas mesmas cenas, de novo, de novo e de novo.

Maldita Jane!

Persuasão e uma casa no lago

Li "Persuasão" há umas duas semanas. Gostei, apesar de meu preferido ainda ser "Orgulho e Preconceito". É o último Jane Austen da minha lista. Pra ler a obra completa, tenho que enfrentar Northanger Abbey em inglês. Vai demorar...

Bom, aí tive que assistir "A casa do lago". Explicando: "Persuasão" é o romance favorito da personagem de Sandra Bulock.

Vi esse filme no cinema e umas duas vezes em DVD. Nem gosto tanto, mas, como todo enredo que cita paradoxos no tempo, esse me intriga. Fico tentando encontrar alguma verossimilhança na história...

Conclusão: domingo à tarde não é um bom horário pra esse tipo de filme. Não com aquela casa, aquele cão, aquele homem interessante e interessado.

Maldita Jane Austen!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Mudar ou Morrer

Último arco de Sandman, "Despertar", onde se assiste ao funeral de Morpheus.

Sempre me perguntei qual seria minha escolha se estivesse no lugar de Galileu: negar o que descobri ou continuar vivendo. Por muito tempo, pensava que seria melhor morrer.


Nos últimos anos minha percepção mudou: a Terra não deixou de se mover porque Galileu salvou a própria vida e o tempo se encarregou de mostrar quem estava certo.

Mas, quanto é possível mudar sem morrer?

Isso me lembra essa história aí do outro lado: " O Mercador de Veneza", com Al Pacino no papel de Shylock.

As primeiras críticas ao filme davam conta dos protestos da comunidade judaica sobre o tratamento dado a Shylock. Bem, a história é como é, desde que Shakespeare - um cristão - a escreveu. Na minha opinião, nada a fazer a respeito. E eu, quando vi essa versão, fiquei comovidíssima com Shylock.

Para quem não sabe, perdendo a batalha jurídica contra Bassanio e Antônio, Shylock deve escolher entre a vida e sua fé, o judaismo. Ele escolhe batizar-se e continuar vivendo.

A cena final de Shylock, à porta da Sinagoga, excluído voluntariamente daquilo em que acredita é, pra mim, das mais tristes do filme. Porque, nesse caso, me parece que não há vida possível. Não quando negamos aquilo que somos.

Ser judeu era parte daquilo que definia Shylock. Morpheus é sua crença sobre responsabilidades. Pessoalmente? Estou com Mr. Sandman: eu morreria.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Reverendo Bono Vox

Sexta-feira, 17h40, quando os programas começam a travar e sua impressora coloca o lado criativo DELA para funcionar, só ele é capaz de promover um desencapetamento total!

VERTIGO!!!!!!!!!!!

O Circo

Toda empresa séria no mundo contemporâneo já se deparou com essa decisão importante: manda cercar ou manda cobrir? Se cercar, vira hospício e cobra pra sair. Se cobrir, assume que é circo e o ingresso é pra entrar.

Aqui no escritório já resolvemos esse intrigante dilema do mundo corporativo: aproveitando os talentos individuais de nossa equipe e a localização geográfica privilegiada, a gente cobriu.

Atrações: Sofia, a palhacinha. Cláudio, nosso mágico. Mariano, o homem-bomba (e chefe) e essa que vos fala, a atiradora de facas. Estamos trabalhando na contratação do doido do quarteirão para equilibrista e homem-que-cospe-fogo.

Local: a cobertura onde, há alguns anos, se podia comprar de tudo, até amor sincero (thanks, Xico!).

Espetáculos de segunda a sexta, das 08h30 às 17h30 com intervalo para almoço.